Encontrei o ex-governador Tião Viana (PT) esses dias, numa agência bancária. Está mais magro, mais calmo do que nunca, e sem nenhubm rancor, aliás, sentimento que garante nunca ter tido. Está em clima de Natal, sorrisão. Nunca o agredi com palavras, fazia críticas dentro da realidade, mesmo no auge do inferno astral dele, quando capitaneava uma das piores gestões do Estado nos últimos anos. Mesmo assim pedi perdão por alguma coisa. Ele disse que não só eu, mas que perdoa a todos que “jogaram” pesado contra sua gestão. Inclusive os inimigos de fato, que não é meu caso. Reconhece alguns erros em sua estada na política, mas não quer puxar conversa sobre, e quanto ao futuro pede reserva. Está lecionando na Ufac e clinicando, médico que é. Perguntei sobre aposentadoria. Ele disse que ainda demora. Inclusive não tem pressa. “Gosto se lecionar e clínicar”, disse.
É um ex-governador. Não pode ser ignorado.