O Brasil e o Acre voltam a crescer esse ano de 2020 em velocidade incomparável em relação às últimas décadas. Essa é a previsão de quem entende do assunto, o empresário acreano Geroge Teixeira Pinheiro, investidor do ramo hoteleiro responsável pela geração de centenas de empregos no Acre. Ele também conhece a movimentação da economia pelo lado de dentro, porque já foi secretário de Fazenda entre 1992 e 1994. Pinheiro tem algumas ressalvas, mas estas são menores que seu entusiasmo em relação ao futuro. “Na economia, teremos, no Brasil, um dos melhores ano dos últimos. O Brasil vai retomar o desenvolvimento, com investimentos em todos os níveis. industrial, comercial e de serviços.
O setor público irá retomar muitos investimentos em infraestrutura.
Os fundos internacionais, investirao bilhões de dolares no nosso País.
Os investimentos em Petróleo, principalmente no pre-sal, fara uma grande diferença nos negócios paralelos, de indústria e de serviços.
Enfim, estamos confiantes e temos certeza de que a econômica, comandada pelo Ministro Paulo Guedes, começará a colher os frutos, das reformas ate aqui aprovadas.
Vamos iniciar a Reforma Econômica.
E a Reforma de Estado.
Teremos um Ano de muito trabalho”, diz ele, que é conhecido no mundo empresarial brasileiro por representar o País por meio das organizações patronais do setor hoteleiro.
Na política ele também é otimista. “Continuaremos vivendo, como estamos. Será uma disputa permanente de protagonismo, dos novos atores políticos do Brasil”, afirma. No Acre o governador Gladson Cameli (Progressistas) está consolidando sua gestão e saberá como aplicar os novos recursos que o Estado irá receber, segundo George Pinheiro. “Confiamos que apartir de agora, tendo conseguido cumprir os compromissos do governo anterior, teremos, realmente, novas perspectivas de crescimento. Acredito que teremos investimentos da iniciativa privada, tanto urbano, quanto rural, em novos negócios. Haverá muitos investimentos públicos, que levarão a novos negócios privados”, diz.
No final ele faz uma crítica, alertando o governo Cameli para um erro cometido pelos governos PT. “Como nosso Estado ainda reflete muito a administração pública, os interesses políticos, parecem se sobrepor aos privados.
Todos, de novo, querem ser protagonistas, de tudo o que acontece”, diz.